
14/11/2007 - 13h21
LONDRES (Reuters) - Os médicos lutaram para fazer o coração de Diana recomeçar a bater após o acidente automobilístico em Paris, mas decidiram por "comum acordo" parar, depois de não conseguirem estancar sua hemorragia interna, segundo relatos feitos em um tribunal na quarta-feira.
O depoimento dramático do anestesista Daniel Eyraud foi dado ao júri do inquérito que investiga as mortes de Diana e de seu namorado Dodi al Fayed em agosto de 1997.
Os médicos do hospital La Pitié-Salpetrière, em Paris, tentaram reviver o coração de Diana com massagem cardíaca e choques elétricos, enquanto cirurgiões tentavam grampear um vaso sanguíneo rompido perto do coração.
Mas seus esforços foram em vão. "Decidimos por comum acordo suspender a massagem cardíaca, já que era totalmente impossível restaurar a atividade cardíaca após uma parada tão longa", disse Eyraud em depoimento lido ao júri.
"Daquele momento em diante, a princesa foi pronunciada morta."
As duas investigações concluíram que Diana e Dodi morreram porque seu motorista, Henri Paul, estava embriagado e dirigiu com velocidade excessiva.
Lady Di faleceu em 31 de agosto de 1997, mais de 10 anos atrás. A reportagem acima foi extraída da sessão: "Últimas notícias Uol".
A Sandyjúnior
Um comentário:
depois de ver essa foto acidente eu me pergunto, " ela ainda tem coraçao?!",e digo outra,Diana foi assassinada e o motora era cumplice,so q o otaria fez merda pq tava doido do cu e morreu junto,se fudeu,otarici de cu eh rola!
bj gente inocente
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